terça-feira, 18 de novembro de 2014
OS TIPOS DE CANÇÊR !!!
TIPOS DE CÂNCER
Anal
Bexiga
Boca
Colorretal
Colo do Útero
Esôfago
Estômago
Fígado
Infantil
Laringe
Leucemia
Linfoma de Hodgkin
Linfoma não-Hodgkin
Mama
Ovário
Pâncreas
Pele Melanoma
Pele não Melanoma
Pênis
Próstata
Pulmão
Testículo
Tumores de Ewing
QUAL O ACESSO QUE TEMOS PARA COMBATER O CANCÊR
Os quatros mitos utilizados na campanha do Dia Mundial de Combate ao Câncer 2014
Como ocorre todos os anos no dia 4 de fevereiro, o mundo e, especialmente as instituições de saúde oncologicas, mobilizam-se para realizar uma campanha e disseminar informações sobre câncer nas regiões em que são afetadas. Sempre com um foco naDeclaração Mundial do Câncer , o slogan principal da campanha é “Derrube os Mitos”.
Por ser uma doença complexa, existe uma disseminação enorme de conceitos equivocados sobre a doença. Entre os grandes mitos criados em torno do câncer, existem quatro deles que foram selecionados como os principais por atrapalhar o tratamento, a prevenção e o diagnóstico precoce da doença:
Mito 1: Não é necessário falar sobre câncer
Realidade: Apesar do câncer se um tópico difícil de abordar, em particular em algumas culturas e condições, afrontar a doença abertamente pode melhorar os resultados a nível individual, comunitário, e de políticas públicas.
Mito 2: Não há sinais ou sintomas de câncer
Realidade: Para muitos tipos de canceres, há sinais de alerta e sintomas e os benefícios de um diagnóstico precoce são indiscutíveis.
Mito 3: Não há nada que eu possa fazer sobre câncer
Realidade: Há muito o que fazer a nível individual, comunitário e político e, com a estratégia correta, um terço dos canceres mais comuns podem ser prevenidos.
Mito 4: Eu não tenho direito a tratamento de câncer
Realidade: Todos tem o direito a acesso a tratamentos efetivos contra o câncer em igualdade de condições, sem sofrer dificuldades.
A filosofia do tratamento pediátrico do Hospital segue a mesma linha humanizadora existente na instituição como um todo: acredita na cura psicossocial, ou seja, que o cuidado com as próprias questões sociais e psicológicas do paciente é tão importante quanto o tratamento médico para a melhora de seu quadro clínico. Pensando nesse aspecto, o novo prédio tem estruturas inovadoras para facilitar, dinamizar e tornar mais agradável o convívio das crianças e suas famílias com o ambiente hospitalar.
O número de casos novos para cada tipo de câncer foi calculado com base nas taxas de mortalidade dos estados e capitais brasileiras (Sistema de Informação Sobre Mortalidade - SIM). A Organização Mundial da Saúde (OMS) fez uma projeção de 27 milhões de novos casos de câncer para o ano de 2030 em todo o mundo, e 17 milhões de mortes pela doença. Os países em desenvolvimento serão os mais afetados, entre eles o Brasil.
COMO PREVINIR O CANCÊR
O termo risco é usado para definir a chance de uma pessoa sadia, exposta a determinados fatores, ambientais ou hereditários, adquirir uma doença. Os fatores associados ao aumento do risco de se desenvolver uma doença são chamados fatores de risco. Em contrapartida, há fatores que dão ao organismo a capacidade de se proteger contra determinada doença, daí serem chamados fatores de proteção.
Dois pontos devem ser enfatizados em relação aos fatores de risco: primeiro, que o mesmo fator pode ser de risco para várias doenças (por exemplo, o tabagismo, que é fator de risco para diversos cânceres e doenças cardiovasculares e respiratórias); segundo, que vários fatores de risco podem estar envolvidos na origem (gênese) de uma mesma doença (agentes causais múltiplos). O estudo dos fatores de risco, isolados ou combinados, tem permitido estabelecer relações de causa-efeito entre eles e determinados tipos de câncer.
Nem sempre a relação entre a exposição a um ou mais fatores de risco e o desenvolvimento de uma doença é reconhecível facilmente, especialmente quando se presume que a relação se dê com comportamentos sociais comuns (o tipo de alimentação, por exemplo). Nas doenças crônicas, as primeiras manifestações podem surgir após muitos anos de exposição única (radiações ionizantes, por exemplo) ou contínua (radiação solar ou tabagismo, por exemplo) aos fatores de risco. Por isso, é importante considerar o conceito de período de latência, isto é, o tempo decorrido entre a exposição ao fator de risco e o surgimento da doença.
Os fatores de risco podem ser encontrados no ambiente físico, ser herdados ou representar hábitos ou costumes próprios de um determinado ambiente social e cultural.
O RISCO CAUSADO PELO CANÇÊR
O câncer é uma célula que perdeu seus mecanismos de controle normais e, conseqüentemente, apresenta um crescimento desregulado.
O câncer pode desenvolver-se a partir de qualquer tecido no interior de qualquer órgão. À medida que as células cancerosas crescem e se multiplicam, elas formam uma massa de tecido canceroso que invade os tecidos adjacentes e pode disseminar (produzir metástases) por todo o corpo.
Uma grande quantidade de fatores genéticos ambientais aumenta o risco de desenvolvimento de câncer.
A história familiar é um fator importante. Algumas amílias apresentam um risco significativamente mais elevado de apresentar certos tipos de câncer em comparação com outras. Por exemplo, o risco de uma mulher apresentar um câncer de mama aumenta 1,5 a 3 vezes se a sua mãe ou a sua irmã tiver apresentado. Alguns cânceres de mama estão associados a uma mutação genética específica que é mais freqüente em alguns grupos étnicos e em algumas famílias. As mulheres que apresentam essa mutação genética têm uma probabilidade de 80 a 90% de desenvolverem câncer de mama e uma chance de 40 a 50% de desenvolverem câncer de ovário. Os pesquisadores verificaram que 1% das mulheres judias Ashkenazi apresenta essa mutação genética. Muitos outros cânceres, inclusive alguns cânceres de pele e de cólon, tendem também a ocorrer em famílias.
Os indivíduos com anormalidades cromossômicas apresentam maior risco de câncer. Por exemplo, os indivíduos com síndrome de Down, que possuem três cromossomos número 21 ao invés dos dois normais, apresentam um risco 12 20 vezes maior de leucemia aguda. Vários fatores ambientais aumentam o risco de câncer. Um dos mais importantes é o tabagismo. O tabagismo aumenta substancialmente o risco de câncer de pulmão, de boca, de laringe e de bexiga.
A história familiar é um fator importante. Algumas amílias apresentam um risco significativamente mais elevado de apresentar certos tipos de câncer em comparação com outras. Por exemplo, o risco de uma mulher apresentar um câncer de mama aumenta 1,5 a 3 vezes se a sua mãe ou a sua irmã tiver apresentado. Alguns cânceres de mama estão associados a uma mutação genética específica que é mais freqüente em alguns grupos étnicos e em algumas famílias. As mulheres que apresentam essa mutação genética têm uma probabilidade de 80 a 90% de desenvolverem câncer de mama e uma chance de 40 a 50% de desenvolverem câncer de ovário. Os pesquisadores verificaram que 1% das mulheres judias Ashkenazi apresenta essa mutação genética. Muitos outros cânceres, inclusive alguns cânceres de pele e de cólon, tendem também a ocorrer em famílias.
Os indivíduos com anormalidades cromossômicas apresentam maior risco de câncer. Por exemplo, os indivíduos com síndrome de Down, que possuem três cromossomos número 21 ao invés dos dois normais, apresentam um risco 12 20 vezes maior de leucemia aguda. Vários fatores ambientais aumentam o risco de câncer. Um dos mais importantes é o tabagismo. O tabagismo aumenta substancialmente o risco de câncer de pulmão, de boca, de laringe e de bexiga.
Historia da Cidade de EUCLIDES DA CUNHA
Euclides da Cunha é um município brasileiro do estado da Bahia. Localiza-se a uma latitude 10º30'27" sul e a umalongitude 39º00'57" oeste, estando a uma altitude de 472 metros. Sua população de acordo com a estimativa populacional de 2013 é de 60.558 habitantes. Possui uma área de 2.028,421 km². 7
História
Os primeiros habitantes da região foram os índios caimbés, da tribo dos Tupiniquins. Foi desbravado por colonos vindos de regiões circunvizinhas, sobretudo de Monte Santo e Tucano, que se fixaram com suas famílias e dedicaram-se à lavoura e à criação de gado; até hoje bases da economia municipal.
O povoamento se iniciou na Fazenda Cumbe do Major, de propriedade de Major Antonino, primeiro explorador das terras do município. Os padres jesuítas, em missão de catequese pelo sertão, construíram, no local da atual vila de Massacará, uma capela, ainda de pé, e um convento, destruído pelos próprios quando foram expulsos do Brasil.
Formação Administrativa
Com a chegada de mais colonos, a fazenda Cumbe experimentou considerável surto de progresso, evidenciado em construções, sendo elevada em 1881 à Freguesia de Nossa Senhora do Cumbe, um distrito de Monte Santo. No ano de1888 foi construída uma capela subordinada a de Massacará, sob a inavocção de Nossa Senhora da Conceição, pelo padre Vicente Sabino dos Santos.
A fazenda foi elevada à categoria de vila no ano de 1898 como território desmembrado de Monte Santo. Em 1911 foi constituída do distrito-sede (município). Vinte anos depois, em 1931, Vila do Cumbe, ainda como distrito-sede, foi extinta e a sua área foi reanexada ao município de Monte Santo. Em 19 de setembro de 1933, o território foi emancipado, elevado novamente à categoria de município, constituído de dois distritos: Cumbe (a sede) e Canudos; e, por iniciativa do escritorJosé Aras, como homenagem ao escritor de "Os Sertões", a cidade passou a ser chamada de Euclides da Cunha, porém, este feito só foi oficializado no ano de 1938.
Em 1953 foi criado e anexado ao município o distrito de Massacará (ex-povoado). Na divisão territorial datada de 1960, a cidade tinha três distritos: Euclides da Cunha (sede), Canudos e Massacará. Em 1985, Canudos foi desmembrado de Euclides da Cunha e elevado a município. No mesmo ano foram criados e anexados os distritos de Caimbé e Aribicé, ex-povoados
Administração pública
Até o ano de 1930, quando surgiu a figura do prefeito no Brasil, os municípios eram governadas por intendentes. Euclides da Cunha, ainda uma vila (distrito-sede), chamada de Cumbe ou Vila do Cumbe, teve dez intendentes; foram eles:
- Antonio Francisco Reis (Major Antonino);
- Coronel Ascênio Guimarães (por 3 vezes);
- Capitão Dantas (Francisco da Silva Dantas);
- Joaquim de Carvalho Lima;
- Benevides Dias Moreira;
- Potâmio Américo de Souza;
- Luis Ferreira Nascimento, o Sr. Lua;
- José Esteves de Abreu;
- Galdino Alves de Souza;
- Joaquim de Santana Lima (eleito em 1924).
Em 1931, com a extinção da vila, o território foi reintegrado ao município de Monte Santo. Dois anos depois, em 19 de setembro de 1933, definitivamente, Cumbe foi emancipado, realizando no ano seguinte uma eleição direta, com a participação feminina (assegurada no Brasil desde 1932), que elegeu o Sr. Joaquim Santana Lima como o seu primeiro prefeito. Procurando administrar bem a cidade, Joaquim construiu a primeira prefeitura, onde hoje funciona a Biblioteca Municipal, contratou professores para alfabetização de crianças e colocou nas principais ruas postes de iluminação a carbureto. Em 1937, devido ao golpe dado por Getúlio Vargas que instituiu no país o Estado Novo, Joaquim Santana Lima deixou o cargo. 8
Prefeitos após o fim do Estado NovoCom o fim do Estado Novo em 1945 no Brasil, Euclides da Cunha voltou a desfrutar da plena democracia com eleições para prefeito e a instalação da Câmara de Vereadores.
Para Prefeitura foi eleito com voto direto o Sr. Antonio Batista de Carvalho e, para Câmara de Vereadores, Joaquim Santana Lima, Raimundo Dantas Lima, Álvaro Santos, Joaquim Matias, Teago Ferreira de Carvalho e José Camerino de Abreu. 9
Lista de Prefeitos a partir de 1945
- Antonio Batista de Carvalho — 1947 a 1951;
- José Camerindo de Abreu — 1951 a 1955;
- Antonio Batista de Carvalho — 1955 a 1959;
- José Bezerra Neto — 1969 a 1963;
- Antonio Batista de Carvalho — 1963 a 1967;
- Joaquim Silva Dantas — 1967 a 1971;
- Antenor Dantas de Andrade — 1971 a 1973;
- Enock Canário de Araújo — 1973 a 1977;
- Juviniano Gomes dos Santos — 1977 a 1983;
- José Renato Abreu de Campos — 1983 a 1988;
- José Nunes Soares — 1989 a 1992;
- José Raimundo Moura da Costa — 1993 a 1996
- Atayde José da Silva — 1997 a 2000;
- José Renato Abreu de Campos — 2001 a 2004;
- Rosângela Lemos Maia de Abreu — 2005 a 2008;
- Maria de Fátima Nunes Soares — desde 2009
Demografia
Segundo o censo brasileiro de 2010, a população de Euclides da Cunha é de 56.289 habitantes. A zona urbana compreende 27.416 pessoas e a zona rural, 28.873. Do total, 28.319 são homens e 27.970, mulheres. 38.102 pessoas são alfabetizadas. A estimativa para o ano de 2012 é de 56.962 habitantes. 7 10
- 1991 — 51.812
- 1996 — 50.089
- 2000 — 53.885
- 2007 — 56.625
- 2010 — 56.289
Religão[editar | editar código-fonte]
Reliogosidade em Euclides da Cunha:10- 80,75% (45.458 hab.): Igreja Católica Apostólica Romana
- 9,27% (5222 hab.): Religiões Evangélicas
- 8,86% (4991 hab.): Sem religão
- 0,33% (187 hab.): Outras
- 0,3% (172 hab.): Espíritas
- 0,2% (116 hab.): Ateus
Economia[editar | editar código-fonte]
Na agricultura há uma expressiva produção de feijão, milho e mandioca. Na pecuária destacam-se os rebanhos ovinos, suínos, asininos, caprinos e muares. É ainda produtor de galináceos e de mel de abelhas. No setor de bens minerais é produtor de cal e calcário.O valor da receita do município é de R$ 49.156.861, de acordo com o último censo, e o das despesas é de R$ 44.742.010. O Produto Interno Bruto (PIB), segundo o mesmo censo, é R$ 78.465 para agropecuária, R$ 32.827 para indústria e R$ 202.406 para serviços. 7A cidade conta ainda com a exploração mineral do calcário, cal virgem e pedra; conta também com uma fábrica de móveis estofadosCultura[editar | editar código-fonte]
A cidade possui expressiva atividade cultural, com artesanato e sete companhias teatrais, tais como Foco, Filhos do sol, Farinha Seca, Farrapos, Oxente, Arte Brasileira, Alma de Aprendiz e, provavelmente, algumas de colégios e povoados. Existem artesãs e artesãos que trabalham com barro, piaçava e outros materiais encontrados na própria cidade.
Feriados municipais[editar | editar código-fonte]
- São João (24 de junho)
- Aniversário de Emancipação Política (19 de setembro)
- Nossa Senhora da Conceição (8 de dezembro)
Referências
- Mesorregião do Nordeste Baiano
- Categoria:
Assinar:
Postagens (Atom)